Literatura (O que eu li)


XVII Por do Sol vai homenagear Ascendino e debater obras de Damião Ramos e Ricardo Anísio

O grupo Sol das Letras promove, no próximo dia 21 de maio (quinta-feira), mais um sarau literário, no pátio (Academos) da Academia Paraibana de Letras. Esta XVII edição do Pôr do Sol Literário fará uma homenagem póstuma ao escritor Ascedino Leite e terá debate com os livros do professor e escritor Damião Ramos Cavalcanti, presidente da APL e do jornalista Ricardo Anísio.


Sobre um livro incrível… até no nome

Logo no começo do livro, somos advertidos: “Se você, leitor, não gosta de divagações sobre literatura e assemelhados, pule o capítulo. Seria perda de tempo prosseguir…” Mas, como que sabendo que o conselho esconde um desafio, é impossível não prosseguir, até para, no final, atestarmos se valeu a pena ou se deveríamos ter seguido as sábias palavras do escritor. Afinal, ele deveria saber o que escreve, só que, nesse caso, não sabia!


Milton Hatoum no Salão de Paris: “Você precisa ser muito corajoso para escrever”

Milton Hatoum foi um dos escritores mais celebrados durante o Salão de Livros de Paris. A mesa da qual participou, teve inclusive um assistente ilustre, o presidente François Hollande, que esteve apenas nesta oportunidade no estande montado para o Brasil. Autor de livros como “Relato de um Certo Oriente”, “Cinzas do Norte” e Dois Irmãos”, Hatoum é um dos escritores brasileiros mais lidos na França.


Nélida Piñon destaca em participação no Salão de Livros que “literatura é para os fortes”

“Sabe o que digo? Que a literatura é para os fortes”, afirmou a escritora Nélida Piñon, durante sua participação no Salão de Livros de Paris. A imortal da Academia Brasileira de Letras destacou sua obsessão com os textos que escreve. “Escrevo muito. Vejo meu texto acabado depois de cinco, seis, sete versões. É uma loucura. E eu que tenho tendência a pequenas obsessões.”


Marina Colasanti destaca importância de maior divulgação do escritor brasileiro na França

A escritora Marisa Colasanti, presente no Salão de Livros de Paris, concordou que há vários escritores brasileiros traduzidos na França, mas o “problema é que a gente não encontra os livros nas livrarias, então me parece que há um problema de distribuição”. Dados da Embaixada do Brasil em Paris indicam que cerca de 37% dos livros lidos na França são traduzidos de outros idiomas.