SINAL VERMELHO O putinazismo lembra o holocausto de Hitler e assombra o mundo

Imagine, caro Paiakan, se, de repente, o Brasil decidisse invadir o Uruguai, seja porque os gaúchos da fronteira não estão sendo bem tratados pelo governo vizinho, seja porque o Uruguai, que já foi integrante do mapa do Brasil, seja devolvido. Seria o absurdo dos absurdos, mas é precisamente isso que a Rússia está fazendo.

Pelo que temos observado na mídia mundial, a partir daqui, San Francisco, há uma percepção de que ofensiva do presidente Wladimir Putin tornou-se uma manifesta ação nazista, com requintes de crueldade, à medida que tenta transferir para os ucranianos a culpa pela invasão.

Comportamento nada muito incomum. Até mesmo na Paraíba, testemunhamos como certos políticos bem conhecidos agem exatamente assim: tentam atribuir aos outros, aquilo que, na verdade, ele é quem pratica e ainda tenta posar de honesto.

Há um assombro mundial com o avanço do putinazismo. Tanto quanto Hitler operou para dominar a Europa, começando pela Polônia, Putin começa pela Ucrânica, mas a percepção é que, se a Ucrânica cair, amanhã certamente serão as repúblicas bálticas, Letônia, Lituânia e Estônia. Depois, a eterna Polônia…

O objetivo do putinazismo é tentar recuperar o que, um dia, foi a União Soviética. Ou seja, ele não vai parar, a menos que seja enfrentado duramente agora. Nesse cenário, o Brasil não tem o direito de ficar omisso. Que se proponha a opção pela paz, mas, na impossibilidade, que se defenda a democracia, que está com a Ucrânica.

Lembrando, por fim, como há um passivo histórico, que vem da década de 1930, quando a Rússia de Stalin invadiu a Ucrânia, em parceria com o Hitler, e provocou um dos maiores genocídios da História, o chamado holomodor. Mais de cinco milhões de ucranianos morreram de fome, após Stalin se apropriar do alimento produzido no país, para alimentar seus soldados.